E então ela chorou
E já se despedia
E quando suas lágrimas cairam feriram o coração dele
Um coração que já mal batia
Que muito pouco sentia
Que de tão machucado
Já dolorido vivia
Caminhava distraido
Em um peito quase vazio
E já não via alegria
Mas então ela o olhou
O viu
E ele viu o que perdia
Sentiu algo que poderia ser prenuncio de alegria
Sonhou
Imaginou
Quem sabe, viver outra fantasia
Mas ele não percebeu
Que no momento que essa lágrima caía
A fantasia a muito jazia
Sob todas as pás de terra acumuladas sob os sapatos no dia a dia
Mas isso ele não queria
Não podia
Não voltaria a ser mais um afogado em melancolia
Então ele olhou para si
Assim como ela o via
E viu o que não queria
Que na verdade era ele que partia
quinta-feira, 28 de setembro de 2006
quinta-feira, 21 de setembro de 2006
Apareceu essa semana na net o treiller de Os 300 de Esparta, HQ de FRank Miller, mesmo criador de Sin City.
Os dois filmes foram feitos da mesma forma, com atores trabalhando diante do já famoso fundo azul, que depois é trocado por cenários da própria revsita trabalhados para que pareçam mais reais.
Na história, uma fenomenal força de ataque vinda da Pérsia em 480 a.C. entrou na Grécia pelo norte e chegou até a Fócida, no extremo oeste da Grécia Central. Leônidas, um dos dois reis espartanos, posicionou seu exército, com aproximadamente 4 mil soldados, nas Termópilas, um estreito desfiladeiro próximo ao mar.
Dessa forma, conseguiu bloquear a passagem dos invasores enquanto as outras cidades gregas eram avisadas por mensageiros. A estratégia teria sido bem-sucedida não fosse um traidor que revelou aos persas um atalho que possibilitou um ataque devastador pelos flancos. Como o código de honra dos homens de Esparta repudia a derrota ou a rendição, Leônidas decidiu resistir até o final, juntamente com sua guarda de elite, os 300.
O resultado foi uma das mais heróicas batalhas da história.
Os dois filmes foram feitos da mesma forma, com atores trabalhando diante do já famoso fundo azul, que depois é trocado por cenários da própria revsita trabalhados para que pareçam mais reais.
Na história, uma fenomenal força de ataque vinda da Pérsia em 480 a.C. entrou na Grécia pelo norte e chegou até a Fócida, no extremo oeste da Grécia Central. Leônidas, um dos dois reis espartanos, posicionou seu exército, com aproximadamente 4 mil soldados, nas Termópilas, um estreito desfiladeiro próximo ao mar.
Dessa forma, conseguiu bloquear a passagem dos invasores enquanto as outras cidades gregas eram avisadas por mensageiros. A estratégia teria sido bem-sucedida não fosse um traidor que revelou aos persas um atalho que possibilitou um ataque devastador pelos flancos. Como o código de honra dos homens de Esparta repudia a derrota ou a rendição, Leônidas decidiu resistir até o final, juntamente com sua guarda de elite, os 300.
O resultado foi uma das mais heróicas batalhas da história.
O filme será lançado nos EUA em 16 de março de 2007. No elenco estão Gerard Butler, Lena Headey, David Wenham, Vincent Regan, Dominic West e o brasileiro Rodrigo Santoro.
segunda-feira, 4 de setembro de 2006
Não ofereço verdades
Não sou dono de nenhuma delas
Não as entendo
Não gosto ds injustiças que habitam suas inflexibilidades
Não tolero a intolerância de sua rigidez
Ofereço pontos de vista
No maximo opiniões
Assim como qualquer outro ser
Como qualquer livro
Que no máximo oferece um esboço de verdade em papel amarelado pelo tempo
Uma opinião talvez equivocada da realidade de um momento
Uma brincadeira em que palavras dançam ao som de opiniões diversas
Opiniões essas nem sempre verdadeiras, mas mesma assim opiniões
O que é o mundo além de um emaranhado de pontos de vista distintos que se mesclam em algum momento entre o jornal da manhã e o noticiário da noite?
Não sou dono de nenhuma delas
Não as entendo
Não gosto ds injustiças que habitam suas inflexibilidades
Não tolero a intolerância de sua rigidez
Ofereço pontos de vista
No maximo opiniões
Assim como qualquer outro ser
Como qualquer livro
Que no máximo oferece um esboço de verdade em papel amarelado pelo tempo
Uma opinião talvez equivocada da realidade de um momento
Uma brincadeira em que palavras dançam ao som de opiniões diversas
Opiniões essas nem sempre verdadeiras, mas mesma assim opiniões
O que é o mundo além de um emaranhado de pontos de vista distintos que se mesclam em algum momento entre o jornal da manhã e o noticiário da noite?
sexta-feira, 1 de setembro de 2006
Minhas mãos parecem queimadas
Minha pele cheira a Sol
Meus olhos se ofuscam com a inesperada luminosidade
Tento virar as costas para as noites frescas
Para me tornar digno de olhar nos olhos dela
Mas o dia insiste em me rejeitar
As noites se perdem em suplicas pela minha presença
Como quem pede visitas a um filho desnaturado
Cada noite em que adormeço é uma noite perdida
Cada dia em que ando entre as pessoas nas ruas me sinto mais só
Só, sem os olhos dela
Que instem em passar atravessados por mim
Só, sem as noites felizes
A quem virei as costas tão sofridamente
Só, sem os amigos
Que sem terem seus encantos pelo dia
Continuam felizes na boemia
Procuro meu lugar no dia
Procuro um lugar próximo a você
Mas tudo que encontro é um lugar vazio
Que segue ao meu lado
Cujo qual eu me desvio
Quando pela luz do Sol sou iluminado
Minha pele cheira a Sol
Meus olhos se ofuscam com a inesperada luminosidade
Tento virar as costas para as noites frescas
Para me tornar digno de olhar nos olhos dela
Mas o dia insiste em me rejeitar
As noites se perdem em suplicas pela minha presença
Como quem pede visitas a um filho desnaturado
Cada noite em que adormeço é uma noite perdida
Cada dia em que ando entre as pessoas nas ruas me sinto mais só
Só, sem os olhos dela
Que instem em passar atravessados por mim
Só, sem as noites felizes
A quem virei as costas tão sofridamente
Só, sem os amigos
Que sem terem seus encantos pelo dia
Continuam felizes na boemia
Procuro meu lugar no dia
Procuro um lugar próximo a você
Mas tudo que encontro é um lugar vazio
Que segue ao meu lado
Cujo qual eu me desvio
Quando pela luz do Sol sou iluminado
domingo, 2 de julho de 2006
Tua graça caminha pela casa
Moves-te blindada em abstrações, como um T. Trazes
A cabeça enterrada nos ombros qual escura
Rosa sem haste. És tão profundamente
Que irrelevas as coisas, mesmo do pensamento.
A cadeira é cadeira e o quadro é quadro
Porque te participam. Fora, o jardim
Modesto como tu, murcha em antúrios
A tua ausência. As folhas te outonam, a grama te
Quer. És vegetal, amiga...
Amiga! direi baixo o teu nome
Não ao rádio ou ao espelho, mas à porta
Que te emoldura, fatigada, e ao
Corredor que pára
Para te andar, adunca, inutilmente
Rápida. Vazia a casa
Raios, no entanto, desse olhar sobejo
Oblíquos cristalizam tua ausência.
Vejo-te em cada prisma, refletindo
Diagonalmente a múltipla esperança
E te amo, te venero, te idolatro
Numa perplexidade de criança.
Moves-te blindada em abstrações, como um T. Trazes
A cabeça enterrada nos ombros qual escura
Rosa sem haste. És tão profundamente
Que irrelevas as coisas, mesmo do pensamento.
A cadeira é cadeira e o quadro é quadro
Porque te participam. Fora, o jardim
Modesto como tu, murcha em antúrios
A tua ausência. As folhas te outonam, a grama te
Quer. És vegetal, amiga...
Amiga! direi baixo o teu nome
Não ao rádio ou ao espelho, mas à porta
Que te emoldura, fatigada, e ao
Corredor que pára
Para te andar, adunca, inutilmente
Rápida. Vazia a casa
Raios, no entanto, desse olhar sobejo
Oblíquos cristalizam tua ausência.
Vejo-te em cada prisma, refletindo
Diagonalmente a múltipla esperança
E te amo, te venero, te idolatro
Numa perplexidade de criança.
E então ela sofreu
E ele via que ela sofria
E seu sofriemento era belo
Embora triste
E em meio a uma lágrima ela olhou nos olhos dele
E ele perdeu o coração com aquela lágrima
Ele quis chorar
Não por se sentir triste como ela
Mas por se sentir incapaz de lutar contra sua tristeza
Por não poder se sentir alheio a tanta beleza
Ao brilho daqueles olhos lavados
A dor que daquele coração se derramava
E que ele agora percebia o quanto amava
Era como se a mágoa e as lágrimas formasem um coro
Um coro que irradiava beleza e poesia
E uma tristeza
Tão bela
Que quem olhava sofria
E ele quis chorar
Mas já não mais conseguia
Ele quis conter cada lágrima
Mas não podia
E então ele se deu conta
Que ali
Diante dos seus olhos
Ele a perdia
E ele via que ela sofria
E seu sofriemento era belo
Embora triste
E em meio a uma lágrima ela olhou nos olhos dele
E ele perdeu o coração com aquela lágrima
Ele quis chorar
Não por se sentir triste como ela
Mas por se sentir incapaz de lutar contra sua tristeza
Por não poder se sentir alheio a tanta beleza
Ao brilho daqueles olhos lavados
A dor que daquele coração se derramava
E que ele agora percebia o quanto amava
Era como se a mágoa e as lágrimas formasem um coro
Um coro que irradiava beleza e poesia
E uma tristeza
Tão bela
Que quem olhava sofria
E ele quis chorar
Mas já não mais conseguia
Ele quis conter cada lágrima
Mas não podia
E então ele se deu conta
Que ali
Diante dos seus olhos
Ele a perdia
terça-feira, 20 de junho de 2006
Homenagem a Nilton da Mata
Video feito em homenagem ao Nilton da Mata que era o dublador oficial do Dustin Hofman, Richard Chamberlain, do Primo Cruzado (Bronson Pichot), do Bruce Willis e do Lion dos Thundercats, ele trabalhou para a Herbert Richards durante anos e faleceu esse ano, o videozinho é muito foda.
domingo, 28 de maio de 2006
É a vida
A vida passa as pessoas passam
Boas conversas são esquecidas
Pessoas de ontem se mesclam as pessoas de hoje
E vc teme que todas elas cedam lugar as pessoas de amanhã
Tenta fechar a porta para que elas não entrem em sua vida
Mas sabe que não pode
Se fechar aporta vc se torna uma pessoa de ontem na sua própria vida
As pessoas de amanhã entram
Elas sempre entram
Mas vc não as vê
Se torna uma sombra no seu próprio mundo
Se torna esquecido para si mesmo
Alguem que só é capaz de se lembrar daquilo que já foi
Não enxerga o que é
E nem o que à de ser...
A vida passa as pessoas passam
Boas conversas são esquecidas
Pessoas de ontem se mesclam as pessoas de hoje
E vc teme que todas elas cedam lugar as pessoas de amanhã
Tenta fechar a porta para que elas não entrem em sua vida
Mas sabe que não pode
Se fechar aporta vc se torna uma pessoa de ontem na sua própria vida
As pessoas de amanhã entram
Elas sempre entram
Mas vc não as vê
Se torna uma sombra no seu próprio mundo
Se torna esquecido para si mesmo
Alguem que só é capaz de se lembrar daquilo que já foi
Não enxerga o que é
E nem o que à de ser...
domingo, 7 de maio de 2006
As vezes da janela do onibus vejo os antigos prédios atrás da cidade nova
Prédios da cidade velha que foram esquecidos em alguma hora
Prédios da cidade esquecida
Prédios esquecidos
Quase caídos
Com suas varandas de madeira desgastadas
Muitas quase caidas
Ocupadas por mulheres chamadas perdidas
Muitas que se tornaram de vida
Mulheres sem sonhos
sem nome
Mulheres feitas de corpo e de uma mesma vida insone
Ocupadas em ganhar o pão
Sem direito a ter coração
Sendo namoradas de quem puder pagar
Fingindo que não perceber aqueles que fingem não olhar
Que caminham por aquelas mesmas ruas sempre olhando em frente
Nunca dispostos a virar seus sorrisos numa direção diferente
Pra essas mulheres que a vida é feita de calçadas
E sempre há tanta calçada pra se andar
Calçadas duras e frias
Sem lugar pra sentar e chorar
Mas toda madrugada
Quando moças recatadas
já estão dormindo
embaladas por Deus
Essas moças da vida
Sempre tristes namoradas
coitadas
vão deitar com os seus
Prédios da cidade velha que foram esquecidos em alguma hora
Prédios da cidade esquecida
Prédios esquecidos
Quase caídos
Com suas varandas de madeira desgastadas
Muitas quase caidas
Ocupadas por mulheres chamadas perdidas
Muitas que se tornaram de vida
Mulheres sem sonhos
sem nome
Mulheres feitas de corpo e de uma mesma vida insone
Ocupadas em ganhar o pão
Sem direito a ter coração
Sendo namoradas de quem puder pagar
Fingindo que não perceber aqueles que fingem não olhar
Que caminham por aquelas mesmas ruas sempre olhando em frente
Nunca dispostos a virar seus sorrisos numa direção diferente
Pra essas mulheres que a vida é feita de calçadas
E sempre há tanta calçada pra se andar
Calçadas duras e frias
Sem lugar pra sentar e chorar
Mas toda madrugada
Quando moças recatadas
já estão dormindo
embaladas por Deus
Essas moças da vida
Sempre tristes namoradas
coitadas
vão deitar com os seus
terça-feira, 11 de abril de 2006
Eu devo admitir que realmente não entendo
e quanto mai penso no assunto menos entendo
Você envelhece e nem sempre isso te torna mais sábio
Ou uma versão melhorada de si mesmo
as vezes vc vira até uma versão um pouco piorada
As vezes vc cresce
E não se torna algo maior
Se torna apenas uma porção de pedaços menores
espalhados por aí
Cacos
Quebrados
Espalhados pelo chão
Prontos para serem pisados
Pela primeira pessoa que vc deixar entrar
É a injustiça da vida
Ela as vezes tira, pelo simples capricho de não precisar lhe propor uma troca justa
e quanto mai penso no assunto menos entendo
Você envelhece e nem sempre isso te torna mais sábio
Ou uma versão melhorada de si mesmo
as vezes vc vira até uma versão um pouco piorada
As vezes vc cresce
E não se torna algo maior
Se torna apenas uma porção de pedaços menores
espalhados por aí
Cacos
Quebrados
Espalhados pelo chão
Prontos para serem pisados
Pela primeira pessoa que vc deixar entrar
É a injustiça da vida
Ela as vezes tira, pelo simples capricho de não precisar lhe propor uma troca justa
domingo, 2 de abril de 2006
Amanheceu o dia
Amanheceu e eu me sinto só
Sem amigo que ouça
Sem parente que fale
Sem noite de sono que necessito
Amanheceu
A manhã trouxe um sentimento de conforto
Sentimento estranho pra uma manhã trazer
Geralmente são as tardes que trazem conforto
Mas o importante foi que ele veio
Chegou de surpresa e me deixou feliz
Me trouxe a sesação de que não preciso nem falar nem ouvir
Tudo que preciso está aqui
Está ao alcance da mão
Da mente
E da memória
Sei que amanhã o conforto pode ir embora
Geralmente quando ele vai, não diz quando volta
Deixa só a inquietação esquentando o lugar
Mas no momento ele está aqui
Me faz companhia
Me deixa feliz
E faz eu me sentir completo
Até quando se for
Amanheceu e eu me sinto só
Sem amigo que ouça
Sem parente que fale
Sem noite de sono que necessito
Amanheceu
A manhã trouxe um sentimento de conforto
Sentimento estranho pra uma manhã trazer
Geralmente são as tardes que trazem conforto
Mas o importante foi que ele veio
Chegou de surpresa e me deixou feliz
Me trouxe a sesação de que não preciso nem falar nem ouvir
Tudo que preciso está aqui
Está ao alcance da mão
Da mente
E da memória
Sei que amanhã o conforto pode ir embora
Geralmente quando ele vai, não diz quando volta
Deixa só a inquietação esquentando o lugar
Mas no momento ele está aqui
Me faz companhia
Me deixa feliz
E faz eu me sentir completo
Até quando se for
quinta-feira, 30 de março de 2006
Eu preciso aprender a domesticar me cerebro.
Hoje depois de 3 dias tentando dormir, eu tive a impressão de ter sentido um cheiro, não sei se era bom ou ruim, mas era um cheiro amigável, me fez lembrar de bons momentos da vida. Então eu acho que posso acreditar que era um cheiro bom.
Era como se fosse o perfume de alguém que eu não me lembro e que tivesse ficado guardado no meu subconsciente durante muito tempo, até que hoje ele veio a tona justo na hora que eu tava quase conseguindo pegar no sono.
Estou a algumas horas tentando lembrar do perfume de todas as garotas e mulheres por quem eu já senti alguma coisa, tentando lembrar do aroma das cozinhas de todas as avós, vizinhas e afins da minha infãncia, tentando lembrar do perfume que tinhas as manhãs de quando eu acordava nas viagens que eu já fiz, mas mesmo assim não consigo saber de onde veio o cheiro.
Minha cabeça agora ta funcionando completamente e pelo andar da carruagem eu não durmo mais hoje também.
Um dia vestido de saudade viva
Faz ressuscitar
Casas mal vividas, camas repartidas
Faz se revelar
Quando a gente tenta de toda maneira dele se guardar
Sentimento ilhado, morto, amordaçado
Volta a incomodar
Era como se fosse o perfume de alguém que eu não me lembro e que tivesse ficado guardado no meu subconsciente durante muito tempo, até que hoje ele veio a tona justo na hora que eu tava quase conseguindo pegar no sono.
Estou a algumas horas tentando lembrar do perfume de todas as garotas e mulheres por quem eu já senti alguma coisa, tentando lembrar do aroma das cozinhas de todas as avós, vizinhas e afins da minha infãncia, tentando lembrar do perfume que tinhas as manhãs de quando eu acordava nas viagens que eu já fiz, mas mesmo assim não consigo saber de onde veio o cheiro.
Minha cabeça agora ta funcionando completamente e pelo andar da carruagem eu não durmo mais hoje também.
Um dia vestido de saudade viva
Faz ressuscitar
Casas mal vividas, camas repartidas
Faz se revelar
Quando a gente tenta de toda maneira dele se guardar
Sentimento ilhado, morto, amordaçado
Volta a incomodar
quinta-feira, 16 de março de 2006
O homem entra no bar
Se dirige para o fundo onde alguns amigos o esperam, como sempre perdido em seus próprios pensamentos
De repente ele olha pro lado
Ele não é o tipo de homem que fica olhando para os lados.
Mas mesmo assim ele olha e vê uma moça
A moça estava sentada sozinha em uma mesa
Tinha cabelos negros compridos que caiam sobre os olhos
Era magra
Tinha a pele branca que contrastava com o vestido muito florido
Ela estava debruçada sobre os cotovelos que apoiava sobre a mesa
Ela lia alguma coisa, ele percebeu
Ele ficou mais interessado por aquela leitura do que poderia ter ficado com seus pensamentos
Mesmo que fossem pensamentos muito interessantes
O que não era o caso
A moça levantou os olhos e o olhou por trás da cortina de cabelos
Ela percebeu que ele estava parado ali idiotamente olhando para ela e sorriu
Ele percebeu o quanto devia estar parecendo idiota parado ali apenas olhando para ela
Ela ainda sorrindo disse - Oi
Ele respondeu um -oi
Ele se achou muito idiota pela sua falta de criatividade e então tentou algo mais profundo
Ele disse - me desculpe
Ela com uma voz que mesclava curiosidade e divertimento pergunto -pelo que?
-Por estar parado como um idiota olhando para você
-E pq vc estáva olhando pra mim
-Pq eu não sei como, mas eu sabia que minha vida seria completamente sem graça se eu não te falasse ao menos oi
-Ela sorriu
Ele continuou - Isso não foi uma cantada de forma alguma, eu nem dou cantadas em mulheres por aí, pq em geral eu sou um fiasco com essas coisas e elas sabem que eu sou um fíasco só de olhar pra mim
Ela olhou pra ele agora com um olhar que ainda se divertia um pouco (mas menos do que antes) e tinha uma certa dúvida se estava ou não sofrendo alguma gozação
Ele não se deu por vencido e continuou - Eu sei que vc deve estar pensando a mesma coisa na altura do campeonato, mas eu adoraria que pelo menos você não achase isso
Ela continuou olhando para ele com uma expressão pensativa agora
Ela abaixou a cabeça de novo
Ele se deu por vencido com esse sinal
Ela fechou a revista e levantou a cabeça novamente
Ela disse
-Pq vc não se senta?
Se dirige para o fundo onde alguns amigos o esperam, como sempre perdido em seus próprios pensamentos
De repente ele olha pro lado
Ele não é o tipo de homem que fica olhando para os lados.
Mas mesmo assim ele olha e vê uma moça
A moça estava sentada sozinha em uma mesa
Tinha cabelos negros compridos que caiam sobre os olhos
Era magra
Tinha a pele branca que contrastava com o vestido muito florido
Ela estava debruçada sobre os cotovelos que apoiava sobre a mesa
Ela lia alguma coisa, ele percebeu
Ele ficou mais interessado por aquela leitura do que poderia ter ficado com seus pensamentos
Mesmo que fossem pensamentos muito interessantes
O que não era o caso
A moça levantou os olhos e o olhou por trás da cortina de cabelos
Ela percebeu que ele estava parado ali idiotamente olhando para ela e sorriu
Ele percebeu o quanto devia estar parecendo idiota parado ali apenas olhando para ela
Ela ainda sorrindo disse - Oi
Ele respondeu um -oi
Ele se achou muito idiota pela sua falta de criatividade e então tentou algo mais profundo
Ele disse - me desculpe
Ela com uma voz que mesclava curiosidade e divertimento pergunto -pelo que?
-Por estar parado como um idiota olhando para você
-E pq vc estáva olhando pra mim
-Pq eu não sei como, mas eu sabia que minha vida seria completamente sem graça se eu não te falasse ao menos oi
-Ela sorriu
Ele continuou - Isso não foi uma cantada de forma alguma, eu nem dou cantadas em mulheres por aí, pq em geral eu sou um fiasco com essas coisas e elas sabem que eu sou um fíasco só de olhar pra mim
Ela olhou pra ele agora com um olhar que ainda se divertia um pouco (mas menos do que antes) e tinha uma certa dúvida se estava ou não sofrendo alguma gozação
Ele não se deu por vencido e continuou - Eu sei que vc deve estar pensando a mesma coisa na altura do campeonato, mas eu adoraria que pelo menos você não achase isso
Ela continuou olhando para ele com uma expressão pensativa agora
Ela abaixou a cabeça de novo
Ele se deu por vencido com esse sinal
Ela fechou a revista e levantou a cabeça novamente
Ela disse
-Pq vc não se senta?
quarta-feira, 15 de março de 2006
quinta-feira, 27 de janeiro de 2005
A Cidade Perdida de Atlântida

Durante 2.000 anos, Atlântida tem sido um Enigma (X). Novas teorias indicam que as gélidas terras da Antártida podem ter sido o território que abrigou essa esplêndidacivilização.
Era uma belíssima terra, habitada por uma civilização de navegadores, com uma arquitetura monumental, engenharia avançada e uma capital esplendorosa. Era perfeita demais para durar.
A medida que o homem se tornava materialista e corrupto, as estrelas se deslocaram nos céus e o sol saiu em um ângulo diferente. Os terremotos abriram grandes fendas nos solos e os vulcões vomitaram mares de lava. Tudo ficou submerso por um dilúvio, apagando do mapa essa formosa terra
A medida que o homem se tornava materialista e corrupto, as estrelas se deslocaram nos céus e o sol saiu em um ângulo diferente. Os terremotos abriram grandes fendas nos solos e os vulcões vomitaram mares de lava. Tudo ficou submerso por um dilúvio, apagando do mapa essa formosa terra
Este é o mito da Atlântida, descrito por Platão no ano 400 a.C.. Agora, 2.400 anos depois da história do filósofo grego ter deslumbrado a humanidade com visões do paraíso perdido, um casal canadense, Rand e Rose Flem-Ath, reuniu dados que apontam que a civilação pôde ter existido. A pesquisa durou duas décadas e acabou levando-os a Londres.
No Museu Britânico acharam dados que podiam dar luz à pesquisa. Comparando as modernas descobertas científicas com velhos manuscritos, mapas e mitos, encontraram informações que pareciam comprovar a teoria. Chegaram à conclusão de que desde o ano 10.000 a.C. os restos da Atlântida permaneciam enterrados sob o gelo da Antártida.
Segundo a interpretação que fazem dos escritos de Platão, a Atlântida foi destruída por um cataclismo no ano de 9.600 a.C.. Os Flem-Ath não foram os primeiros a relacionar histórias de diferentes culturas com desastres geológicos. Tanto nas lendas dos índios norte-americanos como nas mitologias orientais e na Blíblia judaico-cristã, a mesma história se repete: uma terra que desaparece subitamente por causa de um dilúvio catastrófico.
Segundo a interpretação que fazem dos escritos de Platão, a Atlântida foi destruída por um cataclismo no ano de 9.600 a.C.. Os Flem-Ath não foram os primeiros a relacionar histórias de diferentes culturas com desastres geológicos. Tanto nas lendas dos índios norte-americanos como nas mitologias orientais e na Blíblia judaico-cristã, a mesma história se repete: uma terra que desaparece subitamente por causa de um dilúvio catastrófico.
Os Flem-Ath deixaram de lado as velhas teorias que situavam a cidade perdida nas profundezas do oceano Atlântico e no mar Mediterrâneo, e buscaram outras possibilidades. O ponto de partida foi uma teoria geológica desenvolvida por Chales Hapgood e apoiada, nada mais nada menos, pelo físico Albert Einstein.
Hapgood acreditava que, com o passar do tempo, o peso do gelo nos pólos arrastou a crosta terrestre pelo globo, como uma casca de laranja deslizando ao redor da fruta. Chamava este fenômeno de "deslocamentos da crosta terrestre". "Acho seus argumentos muito impressionantes e parece que sua hipótese é correta", escreveu Einstein a Hapgood, incentivando-o a continuar suas pesquisas. Em 1958, quando foi publicado o livro de Hapgood, The Earth's Shifting Crust, Einstein escreveu o prólogo.
Hoje em dia, este fenômeno se denomina "deriva continental das placas tectônicas". Acredita-se que o deslocamento ocorre a uma velocidade de 16 km a cada milhão de anos. Hapgood, acreditava que a crosta terrestre podia deslocar-se súbita e rapidamente, provocando efeitos devastadores que seriam suficientes para causar o desaparecimento de continentes inteiros.
Hapgood acreditava que, com o passar do tempo, o peso do gelo nos pólos arrastou a crosta terrestre pelo globo, como uma casca de laranja deslizando ao redor da fruta. Chamava este fenômeno de "deslocamentos da crosta terrestre". "Acho seus argumentos muito impressionantes e parece que sua hipótese é correta", escreveu Einstein a Hapgood, incentivando-o a continuar suas pesquisas. Em 1958, quando foi publicado o livro de Hapgood, The Earth's Shifting Crust, Einstein escreveu o prólogo.
Hoje em dia, este fenômeno se denomina "deriva continental das placas tectônicas". Acredita-se que o deslocamento ocorre a uma velocidade de 16 km a cada milhão de anos. Hapgood, acreditava que a crosta terrestre podia deslocar-se súbita e rapidamente, provocando efeitos devastadores que seriam suficientes para causar o desaparecimento de continentes inteiros.
Os Flem-Ath pensam que, se há 10.000 anos existia uma civilização tão evoluída, é possível que pudessem prever o desastre e fizessem planos de evacuação. Mesmo que não o tivessem feito, continua sendo possível que algumas pessoas sobrevivessem fugindo para terras mais altas, acima do nível do mar. A coincidência da detruição de Atlântida, segundo a interpretação feita por Platão, e a aparição da agricultura, os fez pensar que os cidadãos da Atlântida poderiam ter ensinado a outros grupos humanos a cultivara a terra.
Aceitando a possibilidade de que alguns sobreviveram ao cataclismo, é possível que tivessem levado consigo alguns artefatos de sua nação.
Piri Reis, almirante turco, desenhou um mapa-múndi em 1513 baseando-se em antigas cartas marítimas. Em 1956, Hapgood estudou esse mapa. perguntava-se como era possível que desenhasse a costa oriental da América do Sul, se todavia, ainda não havia sido inteiramente cartografada, e a Antártida- parte da qual aparece no mapa-, que só foi descoberta em 1820. Hapgood enviou o mapa de Piri Reis para especialistas da USAF. Ficaram igualmente surpresos. De onde Piri Reis obteve a informação para confeccionar o mapa? Seria ele, um descendente dos antigos habitantes da Atlântida?
Os pesquisadores afirmam que o mapa de Reis, onde aparece a Antártida sem gelo, é quase igual a uma carta geológica da Antártida de 1949.
"Isto significa que a costa tinha sido cartografada antes de ser coberta pela capa de gelo- informaram os especialistas da USAF-, e nesta região, o gelo tem mais de um quilômetro e meio de espessura. Não sabemos como foi feito este mapa, com os dados e o nível de conhecimento de 1513".
Então Hapgood encontrou outro mapa misterioso, outro documento "impossível": o mapa de Oronteus Finaeus, copiados em 1531. Nele figurava a Antártida em sua totalidade, com grande detalhamento, incluindo a localização precisa de montanhas, planícies e rios. Tudo isto estava refletido na carta geológica de 1949 e na descrição que Platão fez 2.000 anos antes.
Estes mapas parecem autênticos. As cartas originais nas quais se basearam, deviam ter sido feitas por pessoas que tinham alcançado um nível tecnológico que o homem só adquiriu plenamente ao decorrer do século XX. Para que tal civilização pudessse desenvolver-se com êxito, teve que estar localizada em um continente de clima ameno, capaz de sustentar uma população em crescimento. Se Atlântida estivesse situada a 3.200 km ao norte do Círculo Polar, poderia então tratar-se de uma civilização de navegadores.
Piri Reis, almirante turco, desenhou um mapa-múndi em 1513 baseando-se em antigas cartas marítimas. Em 1956, Hapgood estudou esse mapa. perguntava-se como era possível que desenhasse a costa oriental da América do Sul, se todavia, ainda não havia sido inteiramente cartografada, e a Antártida- parte da qual aparece no mapa-, que só foi descoberta em 1820. Hapgood enviou o mapa de Piri Reis para especialistas da USAF. Ficaram igualmente surpresos. De onde Piri Reis obteve a informação para confeccionar o mapa? Seria ele, um descendente dos antigos habitantes da Atlântida?
Os pesquisadores afirmam que o mapa de Reis, onde aparece a Antártida sem gelo, é quase igual a uma carta geológica da Antártida de 1949.
"Isto significa que a costa tinha sido cartografada antes de ser coberta pela capa de gelo- informaram os especialistas da USAF-, e nesta região, o gelo tem mais de um quilômetro e meio de espessura. Não sabemos como foi feito este mapa, com os dados e o nível de conhecimento de 1513".
Então Hapgood encontrou outro mapa misterioso, outro documento "impossível": o mapa de Oronteus Finaeus, copiados em 1531. Nele figurava a Antártida em sua totalidade, com grande detalhamento, incluindo a localização precisa de montanhas, planícies e rios. Tudo isto estava refletido na carta geológica de 1949 e na descrição que Platão fez 2.000 anos antes.
Estes mapas parecem autênticos. As cartas originais nas quais se basearam, deviam ter sido feitas por pessoas que tinham alcançado um nível tecnológico que o homem só adquiriu plenamente ao decorrer do século XX. Para que tal civilização pudessse desenvolver-se com êxito, teve que estar localizada em um continente de clima ameno, capaz de sustentar uma população em crescimento. Se Atlântida estivesse situada a 3.200 km ao norte do Círculo Polar, poderia então tratar-se de uma civilização de navegadores.
Em sua pesquisa, os Flem-Ath, misturaram antigas cartas marítimas, teorias geológicas e mitos, e asseguram terem encontrado provas de que a Atlântida poderia ter existido no Pólo Sul.

1) O relato de Platão sobre a Atlântida estava baseada em histórias contadas pelo seu antecessor Solón, que por sua vez as havia escutado da boca de sacerdotes egípcios. Segundo o relato, a capital da Atlântida era rodeada por canais de lazer, comércio e realeza da cidade.

2) O mapa de Piri Reis de 1513, se baseia nas antigas cartas que provavelmente foram traçadas por um povo de navegadores. Mostra a África, América do Sul e parte da Antártida (atualmente coberta pelo gelo). Sua margem de erro é de meio grau, algo impossível de ocorrer antes de 1735.
3) O mapa de Oronteus Fianaeus de 1531 foi também copíado de documentos antigos. A Antártida (marcada à direita) aparece desenhada com montanhas e rios, o que sugere aos pesquisadores que foi visitada e, talves, habitada por homens quando estava livre de gelo. O continente não foi descoberto até 1820.

4) Os especialistas estudam a Antártida de 150.000 anos atrás, a partir da análise de gelo. Foi descoberto que, na parte cartografada por Oronteus Finaeus, os rios fuíam no ano de 4.000 a.C.

5) O vulcão ativo Erebus, na ilha de Ross, na Antártida, pode ter sido, segundo especialistas, uma fonte de energia para os moradores da Atlântida. As plantas fossilizadas (anexada ao lado) encontradas no continente indicam que houve uma fase de clima temperado.

6) Supondo que a crosta terrestre se deslocou subitamente 3.200 km, há 10.000 anos, a terra habitada pode ter sido sugada para o interior do Círculo Polar Antártico.

7) Esta cabeça olmeca (esquerda) foi encontrada na América Central. Os traços faciais não são encontrados em nenhuma outra manifestação artística do continete. Sua semelhança com a Esfinge (direita) tem intrigado os pesquisadores, que dizem que se trata de mais prova da existência de uma civilização avançada que percorreu o mundo.
Segundo as teorias dos Flem-Ath, a existência de uma civilização tecnologicamente desenvolvida antes do ano 10.000 a.C. ajudaria a explicar a presença de diversos monumentos antigos espalhados pelo mundo inteiro, cuja construção todavia não possui explicação racional. Entre esses monumentos estão cidades na América Central e América do Sul, construídas pelas civilizações maia e asteca. Poderiam estas civilizações ter tido seus benefícios e conhecimentos transmitidos por atlântes sobreviventes?

A mesma teoria se aplica ao Egito, de onde procede a história de Atlântida escrita por Platão. Os pesquisadores acreditam que uma antiga civilização pode ter utilizado a tecnologia para construir as pirâmides. Estudos recentes indicam que a Esfinge é muito mais antiga, por volta de 10.000 anos, do que se pensava inicialmente. O mal estado do rosto, segundo os pesquisadores, poderia ser devido a sua antigüidade. Como isso é possível, se acredita-se que a civilização egípcia nasceu no ano 4.000 a.C.?
Outro dado que, segundo os Flem-Ath, confirma a conexão entre a Atlântida e o Egito, é a disposição das pirâmides. Vários pesquisadores descobriram que sua disposição coincide com a localização de parte de 10.450 a.C.! Esta mudança de localização das estrelas se deve à rotação não uniforme da Terra, por causa da ligeira inclinação de seu eixo, e do movimento cíclico de 2.600 anos das estrelas.
Esta inclinação do globo terrestre causa uma mudança de polarização (alteração da posição dos pólos magnéticos) acada 500.000 anos, aproximadamente. A última ocorreu há 780.000 anos e os pesquisadores acreditam que a próxima mudança não tardará.
Dizem que acontecerá subitamente e que causará uma série de desastres, desde extinções massivas de espécies migratórias até inesperadas alterações climáticas. Para não falar de grandes deslizamentos da crosta terrestre, como no princípio da teoria de Hapgood. Estamos em melhores condições para sobrevivermos do que os habitantes de Atlântida, ou desapareceremos como eles? Somente o tempo poderá responder.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2005
Batman Begins
Bom, isso não é realmente um post, em breve eu vou voltar com o blog e por enquanto estou fazendo testes com o servidor.
Abraços
Abraços

quarta-feira, 24 de novembro de 2004

É isso aí.
Acabou
Comentários no Livro de Visitas (1)
carolcacau disse em 24/11/04 18:53 …
mas pq?????????
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